Treinador de resistência, em espanhol, inglês e português. Começou sendo o amigo que montava o seu plano.
Durante muito tempo eu achei que ajudar alguém não era um gesto isolado: era algo que a gente tinha que estar fazendo. Quando treinei o meu primeiro atleta — um amigo que queria a primeira maratona — eu não estava montando um negócio. Estava passando adiante o que já usava comigo.
Isso continua sendo o trabalho. Hoje, depois de muito aprendizado, certificações e milhares de horas treinando atletas, são cerca de quarenta atletas ao mesmo tempo.
O combinado era simples: eu entrava com o plano, ele com as pernas, e a maratona deixava de ser uma ideia solta. Funcionou bem o bastante para que o seguinte não fosse um amigo.
O motivo não mudou. Mudou a escala. A segunda-feira agora é o mesmo check-in, quarenta vezes, em três idiomas.
Tenho formação em finanças e um MBA. Gosto dessa parte. O que me prendeu ao esporte foi fazer a conta enquanto corro.
Um exemplo que uso muito: os 4×4 para VO2max. Não basta saber que é o protocolo. É preciso ver se a frequência passou do limiar, quanto tempo ficou lá em cima, e se a quarta repetição ainda era o treino ou já era sobrevivência. Essa conta, feita na rua, é a mesma que depois eu faço com o arquivo de um atleta.
Alguns querem ver a conta. Outros só querem saber o que tem na terça. Os dois estão certos: nos dois casos eu já fiz a tradução, e o dado que chega cru sai como a semana seguinte.
Vinte maratonas. Três vezes abaixo de 3 horas, a melhor delas 2h58. A média dessas vinte está mais perto de 3h30.
A primeira foi 3h23. Depois vieram um monte de 3h30. Também tem tardes de 4h00, 4h10 e 4h15. As duas coisas são minhas, e a segunda é a que me deixa útil quando a prova de um atleta desanda no meio.
Três Ironman completos, o mais rápido em 10h06. Um ultra de 110 quilômetros. E todas as provas que ninguém pergunta o tempo: as que usei para testar uma carga de carboidratos, uma semana de polimento, ou um plano que depois passo para alguém.
Continuo competindo. Não porque falte outra medalha ao método, e sim porque o arquivo de uma prova minha é o laboratório mais barato que eu tenho.
Comecei vendendo planos no marketplace deles. Depois entrei no Coach Match: o diretório restrito para onde a TrainingPeaks encaminha atletas quando alguém preenche o questionário e precisa ser combinado com um treinador.
Hoje boa parte desses encaminhamentos na região chega até mim. É por isso que digo que trabalho em parceria com a TrainingPeaks: não como um selo na bio, mas porque o fluxo real de atletas passa por lá. Sou também treinador acreditado Nível 2 na plataforma, e essa acreditação é renovada todo ano.
Os 53 planos do catálogo em português vivem nessa mesma plataforma. O coaching 1:1 também.
TrainingPeaks Level 2 Accredited Coach · TrainingPeaks Coach Match · ESCI Certified Coach · IRONMAN U Certified Coach · Certified Stryd Coach
Não são o método. O método é o teste, as zonas calculadas com os seus números, o check-in de segunda e o re-teste que confirma que o progresso foi real e não uma sensação.
Experimente a calculadora de zonas — é pública, é a mesma que uso com os meus atletas, e mostra concretamente como eu trabalho antes de você falar comigo.
Sim. A TrainingPeaks encaminha atletas de resistência para o roster dele através do Coach Match, o diretório restrito de treinadores da plataforma.
TrainingPeaks Level 2 Accredited Coach, IRONMAN U Certified Coach, ESCI Certified Coach e Certified Stryd Coach.
Espanhol, inglês e português.
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